terça-feira, 27 de março de 2012

poema do aluno Leonardo Alves de Melo

Máquinas – Leonardo Alves de Melo

Tremia mas não sentia frio
Acreditava na imaginação
Criava formas com esguio
De você
Procurava viver
Com você
Nada mais a crer

Ilusões produzidas
Máquinas
Somos legiões
Vassalos, barões
Máquinas

Fazendo o que eles quiserem
Não conseguindo mais voltar (voltar)
Sonhava em ser diferente
De toda gente
Me fizeram igual
A toda gente
Mecanizado como tal

Ilusões produzidas
Máquinas
Somos legiões
Vassalos, barões
Máquinas

ESPAÑOL:

Máquinas (version en español) – Leonardo Alves de Melo

Tiritaba pero no sentía frio
Creía en la imaginacíon
Criaba formas delgadas
De usted
Procuraba vivir
Con Usted
Nada más a creir

Ilusiones producidas
Máquinas
Somos legiones
Vasallos, barones
Máquinas

Haciendo lo que ellos quizieren
No conseguiendo más volver (volver)
Sonhaba en ser diferente
De toda gente
Me hicieron igual
A toda la gente
Mecanizado como tal

Ilusiones producidas
Máquinas
Somos legiones
Vasallos, barones
Máquinas


Inspiração: A música fala sobre a manipulação que um sistema tem perante seus integrantes, retirando a liberdade e fazendo das pessoas apenas "máquinas", todas iguais e fazendo funções diferentes. No caso a crítica é principalmente ao sistema capitalista, em que tanto os chamados "vassalos" (classe baixa) e "barões" (classe alta) não passam de engrenagens manipuladas por um agente maior.
   A música se relaciona a guerra civil espanhola pois os cidadãos espanhois eram máquinas do capitalismo, e havia pessoas que tentavam mudar o sistema (comunistas, anarquistas...). 
   Não é possível comparar a música a apenas 1 poeta andaluce, pois contem traços anti-capitalistas, o que é característica de mais de um deles.



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